quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

"Acontece em Coimbra Oeste" - Novembro de 2017




No dia 14 de novembro de 2017, os alunos dos 3.º e 4.º anos das Escolas Básicas do 1.º Ciclo de Ameal, Arzila e Taveiro participaram numa atividade inserida no projeto Acontece em Coimbra Oeste, em parceria com a Biblioteca Escolar da EB 2, 3 de Taveiro, o PNC e “Clássicos em Rede”. Na mesma atividade, participaram também os alunos dos mesmos anos da Escola Básica do 1.º Ciclo de Casais do Campo, no dia 21 do mesmo mês.
Dado o dia 4 de novembro ter sido o Dia Mundial do Cinema, a sessão começou com essa menção e o visionamento do primeiro filme mundial, L’Arrivée d’un Train à La Ciotat, dos irmãos Lumière, de 28 de dezembro de 1895, apresentado no salão Grand Café, em Paris. Os alunos ficaram ainda a saber que, nessa mesma ocasião, os Lumière fizeram a apresentação pública do seu invento ao qual chamaram Cinematógrafo e que um filme é uma história contada através de uma sucessão de imagens em movimento, o qual é ilusório.
Sempre na perspetiva de que todos têm uma história, uma origem, uma cultura, foi destacado o papel da Grécia e da sua cultura. Assim, visualizaram excertos de um filme sobre o Minotauro e o labirinto de Creta, a fim de os sensibilizar para a Cultura Clássica e de lhes demonstrar que os Gregos foram um povo politeísta para quem os mitos serviram como forma de explicação de vários fenómenos. Conheceram, igualmente, exemplos do mito apresentado, existentes na atualidade e representados em várias artes, nomeadamente na cerâmica, na escultura e na pintura. De seguida, desenharam o Minotauro.
Mais tarde, foi destacado o Dia Internacional dos Direitos das Crianças (20 de novembro), tendo sido feita a distinção entre direito e desejo bem como a referência a vários direitos, por exemplo, casa digna (artigo 27), oportunidades de poder exercer a própria cultura, língua e religião (artigo 31), ar puro (artigo 24), proteção contra abuso e negligência (artigo 19), alimentação saudável e nutritiva (artigo 24), água potável (artigo 24), oportunidade para partilhar as suas opiniões (artigo 12), cuidados de saúde (artigo 24), tratamento justo e não discriminativo (artigo 2), educação (artigos 28, 29) e brincar (artigo 30). Neste âmbito, os alunos escreveram os seus direitos numa figura infantil, representando os meninos e as meninas das respetivas turmas. Com essas figuras, foi feita, em dezembro, uma instalação designada “A Árvore dos Direitos”, na BE da EB 2,3.

Por fim, foi feita a avaliação da sessão.








Viajar por Países e Culturas

Ainda em outubro, Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), as turmas do 5.º Ano realizaram uma atividade sobre países e respectivas culturas, em articulação com a disciplina de Educação Musical, a partir do livro Volta ao Mundo em 40 Canções. Os Países e as Suas Canções, de Luís Matos e Fernando Paulo Gomes, com ilustração de Inês Prata.

Assim, o tema “Ligando Comunidades e Culturas” serviu de mote para o canto e encanto dos alunos e professores envolvidos.

(imagem retirada da Internet)




"Ligando Comunidades e Culturas" - BE, Ambiente e PNC

No âmbito do Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), no dia 23 de outubro de 2017, Dia da Biblioteca Escolar em Portugal, as turmas G e H do 6.º Ano, da EB 2,3 de Taveiro, participaram, na BE, numa atividade baseada no documentário Com Quase Nada (2000), de Margarida Cardoso e Carlos Barroco. Relembre-se que o tema deste ano era “Ligando Comunidades e Culturas” e toda a dinâmica foi encetada pelo PNC do AECO e pela Biblioteca Escolar – com o tema “Ligando Comunidades e Culturas” (tema definido pela International Association of School Librarianship - IASL), com destaque para a questão do ambiente (sensibilização, alerta e preservação); tendo em consideração a articulação com o PES (sensibilizando para a multiculturalidade, a dignidade humana e os direitos humanos), a Educação Cívica (a educação para a cidadania), o Projeto EducOcean  (a sustentabilidade do planeta) e o Projeto EcoMuseu (o ambiente).
A atividade tinha como objetivos gerais divulgar um documentário marcante e ilustrativo das desigualdades sociais e estabelecer elos de ligação entre a Escola, a Biblioteca Escolar e a comunidade educativa. Quanto aos objetivos específicos, eram os seguintes: revelar sensibilidade para a reciclagem e para a gestão sustentável de recursos no nosso planeta, conhecer exemplos atuais das desigualdades sociais, reconhecer como cada comunidade tem a sua cultura, conhecer algumas características da vida das crianças de Cabo Verde, planificar a construção de brinquedos com materiais recicláveis, dialogar sobre o documentário e sobre a sessão em casa, com a família; posteriormente, reaproveitar desperdícios, criar brinquedos com materiais recicláveis, participar numa atividade de trabalho colaborativo a divulgar à comunidade educativa.
Partindo da leitura expressiva de três poemas (“O Meu Amigo Cigano”, “O Meu Amigo Timor”, “O Meu Amigo Cabo-Verdiano”, retirados de Amigos em Todo o Mundo, de Leonel Neves) e exploração temática dos mesmos, os alunos visualizaram excertos de Com Quase Nada, ouviram falar sobre os realizadores e foi-lhes apresentada a localização geográfica dos países envolvidos nos textos poéticos e no filme. Com este, assistiram a uma imagem da infância vivida em Cabo Verde, procurando promover um olhar atento e curioso em torno dos brinquedos que as crianças cabo-verdianas criam com poucos meios e com as próprias mãos. Depois, foi tempo de debate sobre a diversidade cultural e o desperdício dos desperdícios. E o desafio foi-lhes lançado: planificarem e construírem brinquedos a partir de materiais usados, vulgarmente, conhecidos como desperdícios ou lixo. Souberam também da existência de vários livros existentes na BE (e em exposição) sobre como criar, reciclando.
Saliente-se que houve também tempo para o visionamento de Crianças Invisíveis Bilú e João, seguido de exploração temática.
Na semana seguinte, houve oportunidade de esclarecer algumas dúvidas e de continuar a discussão sobre comunidades e culturas, reciclagem e gestão sustentável de recursos na Terra.
Relativamente à exposição dos brinquedos construídos, esta ocorrerá no mês de janeiro, na BE.
Considerando as criações artísticas já entregues na BE, os alunos aprenderam e apreenderam a importância do respeito pelo Outro, pela diversidade e pelo ambiente. O planeta agradece e todos nós também!




sábado, 9 de dezembro de 2017

"Há Poesia na Escola"

"Há Poesia na Escola",
Vamos, então, participar;
O tema do concurso é livre,
Basta só imaginar...

Soltam-se as palavras,
Conhecem-se novos autores,
O prazo é 23 de fevereiro,
As letras parecerão flores!






Mais uma vez (a nona), a REDE CONCELHIA DE BIBLIOTECAS DE COIMBRA (constituída pela BMC e as escolas do concelho de Coimbra integradas na RBE), promovem um Desafio de Poesia designado “HÁ POESIA NA ESCOLA” com o objetivo de dinamizar os hábitos de leitura e de escrita e estimular o gosto pela poesia entre os alunos dos diferentes ciclos de ensino.

Para ler o regulamento, clique aqui

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Concurso "Conto de Natal"


Olá!

Está atualmente a decorrer o concurso "Vamos Viver o Natal", promovido pelo Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) e Casa Municipal da Cultura de Coimbra. Os alunos são convidados a realizar uma ilustração baseada na leitura de um conto de Natal. A professora bibliotecária já realizou a leitura de um pequeno conto intitulado "Presépio" de D. João da Câmara nas turmas dos 5.º e 7.º anos.
Todos podem participar, por isso fica aqui disponível o texto. Claro que podem selecionar outro conto de Natal. Não se esqueçam que, este ano letivo, o regulamento refere que as figuras do presépio devem ser privilegiadas.


Participem!

Conto de Natal  
O PRESÉPIO   
    Havia quase um ano que estava na loja, mercearia num bairro escuro, em
que mal entrava de esguelha, como espreitando a medo, um raio de sol, entre as casarias muito altas da rua tortuosa.
   Com doze anos, que saudades tinha da aldeia, da família, dos antigos
companheiros de escola, dos cães amigos que ladravam de noite a vigiar a
casa!
   Tudo lá tão longe! Ah! Se ele soubesse!…
   Pois nem uma lágrima lhe viera anuviar o último adeus, quando a diligência dera volta na estrada e ele vira sumirem-se os choupos da ribeira e o lenço que mão saudosa sacudia no alto do cabeço.
   É que o deslumbrava a ideia de Lisboa, de que tantas maravilhas grandes
lhe contavam. Ainda agora partia, e já se via de volta na aldeia, de relógio e
cadeia de ouro, a falar de alto, a puxar o bigode, a dar enchente, como o
Januário, que lhe arranjara o lugar.
   Com o seu examezinho de instrução primária, marçano de uma tenda…
Não, que os pais não o queriam para cavador. Tinham sido consultados o mestre-escola, o prior, o senhor Freitas, lavrador muito importante que arrastava tudo nas eleições, o Custódio, velhote de muito bom conselho, e todos se tinham mostrado de acordo: não havia como Lisboa para fazer um homem. Era ver o Januário que tinha casado com a viúva do patrão. A loja era de um cunhado dele, bom homem, áspero mas bom homem. Os olhos baixos do Manuelzito, fitos no chão, viam no tijolo resplandecer auréolas, que giravam como o fogo de vistas pelas festas.
   Ali estava, havia quase um ano; e, no desvão da escada, onde às dez horas o mandavam deitar, a morrer de calor no Verão, no Inverno a morrer de frio, punha-se a rever os campos e a casa deixados sem as lágrimas, que lhe corriam agora em grossos fios pelas faces.
   Os primeiros dias tinham passado muito lentos. A conselho do Januário, um biscoito ou outro da mão papuda e oleosa do merceeiro tinham-no ajudado na tarefa. Assim é que ele havia de ser homem, um dia. Mas o patrão mostrava maior pressa. Pai, mãe e mestre-escola nunca lhe tinham batido. Atreveu-se uma vez a declará-lo. Foi pior.
   Chegou o Verão. As festas de São João e São Pedro aumentaram-lhe a tristeza. Reviu nesses dias mais intensamente a alegria da aldeia, os bailes à noite em volta da fogueira, a ida à fonte pela manhã, o sino a tocar à missa, e ele a pensar que, quando fosse crescido, havia de ter uma namorada por quem queimasse uma alcachofra, a quem cantasse umas quadras falando de estrelas e de flores. A bulha nas ruas, nessas noites, não o deixara dormir. Cada bomba era uma pancada no coração. Um sol-e-dó que passou tocando arrancou-lhe lágrimas de imensa saudade.
   Pelos Santos, com a melancolia do tempo, ainda foi pior. Depois veio o Inverno, começaram os dias de chuva. O mau tempo irritava o patrão, porque lhe afugentava fregueses. Na loja, com recantos muito negros, acendiam-se muito cedo os candeeiros, e o Manuelzito tinha pena da sombra em que se acolhia com maior amor. Pasmava os olhos, fugia com o pensamento para muito longe.
— Acorda, ralaço! — gritava-lhe o patrão.
   Estava a chegar o Natal. Que lindo era o Natal lá na aldeia!
   Andavam na rua a abrir um cano; quase ninguém ali passava; os passeios
eram cheios de lama. O patrão andava furioso. Então o pequeno teve uma ideia. Lembrou-se de fazer muito misteriosamente um presépio. O segredo em que havia de trabalhar mais o animava na tarefa.
   Todos os dias, muito a medo, enquanto o patrão almoçava ou saía da loja
algum instante, vinha à porta, se não havia freguês a servir, espreitava, corria, apanhava um nadinha de barro nas escavações do cano. Escondia-o, e debaixo do balcão, quase às apalpadelas, ia fazendo as figurinhas. Assim modelou o menino Jesus, que deitou num berço de caixa de fósforos, Nossa Senhora de mãos postas, São José de grandes barbas, os três Reis Magos a cavalo, e os pastores, um a tocar gaita de foles, outro com um cordeirinho às costas, e uma mulher com uma bilha. Não se pareceriam lá muito; mas ele deu provas de que sabia puxar pela imaginação.
   Sempre lhe faltava alguma coisa. Havia problemas difíceis de resolver.
Um dia, engraxando as botas do patrão, lembrou-se de engraxar um dos
reis, e pôs-lhe depois umas bolinhas brancas, de papel a fingir os olhos.
Aos anjos fez asas com as penas de uma galinha que depenou para um
jantar de festa que não comeu. Moeu vidro para fingir as águas do rio, e no
papel de embrulho recortou um moinho que só havia de armar à última hora.
   Levou nisso parte de Novembro e Dezembro todo, até ao Natal. Escondia os materiais debaixo da enxerga e, de vez em quando, revia-se na
obra. O que mais o encantava era o menino Jesus, com a cabeça do tamanho de um grão de milho, com buraquinhos a fingirem olhos, ouvidos, nariz e boca. Tinha mãos com cinco dedos riscados a canivete e dois pezinhos que ele achava um encanto. Com tiras de papel azul havia de fazer o céu e, como o não tinha dourado onde recortasse a estrela, fez em papel branco uma meia-lua; vinha quase a dar na mesma. Aquele mês passou correndo.
   Era a véspera do Natal. As dez e meia, o patrão mandou-o deitar e saiu.
Que alegria estar só! Não lhe deixavam luz; mas que importava? Às escuras armaria o presépio.
   E logo começou. Enrolou o moinho, pôs-lhe as velas; esticou o papel azul que fingia o céu e pregou nele com um alfinete a meia-lua; espalhou o vidro moído, num S em volta das palhas; dispôs as figurinhas, suspendeu os anjos. Depois fez uma carreira de fósforos de cera, que todos se tinham de acender ao mesmo tempo, num deslumbramento, quando desse meia-noite.
   Deram onze e três quartos. Ajoelhou.
   Batia-lhe o coração, que lhe parecia que deviam de ser milagrosas as
figurinhas, que delas lhe viria algum bem, consolação da sua vida triste.
Que seria quando ele iluminasse o desvão da escada e os santinhos se
pusessem todos a luzir quase tanto como os verdadeiros? Rezava-lhes…
Rezava-lhes… Àquela hora, lá na aldeia, tocavam os sinos alegres e iam
ranchos contentes a caminho da igreja. Lá dentro reluzia o trono, e o sacristão muito atarefado ia, vinha…
   Meia-noite! Acendeu os fósforos e ficou embasbacado! Nunca assim vira coisa tão perfeita. Os anjos voavam deveras, os cavalos dos reis galopavam, o rio corria, as velas giravam no moinho e os pontinhos do Menino Jesus sorriam-lhe no rosto a São José e a Nossa Senhora!
Pôs-se a cantar, como lá na aldeia:
Andava nessas campinas,
Esta noite, um querubim.
   Tão enlevado cantava, que nem ouviu o patrão abrir a porta, entrar na loja, chegar ao desvão. Acordou-o do êxtase um pontapé.
— Isso… Agora larga-me fogo à escada!… Varre-me já esse lixo!
E ele, a chorar, levantou-se, foi buscar a vassoura.
O bruto continuava aos pontapés.
— Vá?… Vá!
   Mas quando se deitou, encontrou na enxerga uma figurinha. Apalpou-a,
conheceu-a logo: era a do Menino Jesus. Beijou-a muito. Pior vida levara do que ele…Sentiu de repente um dó muito grande do patrão, que não vira nada, nem que era tão bonito aquele Menino, com um olhar tão meigo nos seus olhinhos picados.

D. João da Câmara

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Novos Desafios

Olá!
Neste primeiro período, há novos desafios! Passa na Biblioteca Escolar! Não queiras ser o(a) último(a) a saber e a concorrer!

Eis alguns:
  • Maratona de Cartas 2017
Decorre durante o último trimestre de cada ano, altura em que se assinala o Dia Internacional dos Direitos Humanos, a 10 de dezembro. Milhões de pessoas em todo o mundo assinam e enviam cartas em prol de pessoas e comunidades em risco.
  • Clássicos em Rede
Atividades para alunos dos ensinos básico e secundário, com o objetivo de aumentar os seus conhecimentos sobre a Cultura Clássica e, sobretudo, levá-los a descobrir a sua presença na atualidade: na língua e etimologia, na herança patrimonial, nos modelos estéticos e na arte, no imaginário coletivo, no ideário que está na base das nossas sociedades e em tantas outras áreas.



  • Há Poesia na Escola
Tema livre. Concurso destinado a todos os ciclos de ensino. Decorre até 23 de fevereiro de 2018.







segunda-feira, 11 de julho de 2016

Férias

Mais um ano letivo chegou ao fim! Esperamos por ti em setembro!

Até lá, diverte-te muito e aproveita para pores a leitura em dia.


Votos de ótimas leituras!
(imagem retirada da Internet)

domingo, 10 de julho de 2016

A BE e o Clube Europeu

Ao longo do ano letivo de 2015-2016, o Clube Europeu funcionou nas instalações físicas da Biblioteca Escolar. Este Clube foi dinamizado pelas professoras Leonor Negrão e Célia Mafalda Oliveira. Participaram nele alunos do 4.ºTAV e três alunas do 6.ºE. Viajaram por toda a Europa, conheceram a lenda que explica a sua origem e outras representativas de outros países. A partir de abril, foram sujeitos ativos num Projeto Europeu de eTwinning, intitulado Mother’s Day Celebration in Europe (Celebração do Dia da Mãe na Europa).


O projeto foi uma oportunidade educacional de aprender sobre a tradição europeia (celebração do Dia da Mãe), sem esquecer a era digital e as oportunidades de leitura. Seguindo a máxima KISS (Keep It Short and Simple), os alunos foram sujeitos ativos (re)construtores de ideias, características e conhecimentos a partilhar, de forma colaborativa, com colegas europeus, sob orientação de docente(s). Acredita-se que tenha contribuído para a valorização de valores essenciais para uma cidadania responsável, cuja transmissão se continua a fazer de geração em geração. Foi uma mais-valia para o incentivo à utilização das TIC. Visto englobar alunos desde os 3 aos 13 anos, pretendeu-se a valorização da partilha e da interajuda ainda que os alunos tenham aprendizagens/ritmos diferentes. Assim, o eTwinning contribuiu para a participação, fomentando autoestima e competências capazes de desenvolverem a autoautoconfiança necessária para enfrentar desafios, tendo como companheiros outras crianças / adolescentes e professores.
A docente proponente foi Célia Mafalda Oliveira (Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste – EB 2,3 de Taveiro, Coimbra, Portugal) que teve como parceira estrangeira dinamizadora Gabriela Bednárová (Šaľa, Eslováquia). A elas se juntaram outros parceiros, a saber, Leonor Negrão (Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste – EB 2,3 de Taveiro, Coimbra, Portugal), Alice Lexmaulová (Čechy pod Kosířem, República Checa), Ivana Bašić (Opuzen, Croácia), Katarzyna Andrychowska (Warszawa, Polónia), Magdalena Wyrzyk (Węgrów, Polónia), Maria Zappatore (Foggia (FG), Itália), Tümay Alumert (Ardeşen, Turquia), Zuzana Kunáková (Šaľa, Eslováquia). No caso dos alunos de Taveiro, também foi muito importante a ajuda da professora titular do 4.ºTAV, Joana Pancas.
Quanto aos alunos portugueses, para além de terem partilhado vivências e opiniões, terem visualizado os trabalhos feitos pelos colegas europeus, construíram uma flor e um postal ilustrado, que ofereceram às mães no “Serão de Leituras” (dinamizado pela Biblioteca Escolar da EB 2,3 de Taveiro, no dia 29 de abril). Na última sessão, depois de mais um brainstorming e de diálogo/avaliação sobre o projeto, desenharam o rosto das mães, tal como a veem, expressando o amor incondicional que lhes têm.





segunda-feira, 30 de maio de 2016

As Maias na EB 2,3 de Taveiro

As Maias/Portas Floridas - uma tradição com 32 anos - fazem com que escolas, particulares e coletividades da freguesia, se envolvam na apanha de flores e enfeitem as suas portas. Reza a tradição que, na noite do 1.º de maio, os rapazes percorriam montes e campos na busca da flor das giestas (as maias) e sabugueiro para comporem enfeites e confeites, acrescidos de versos, que colocavam à porta da namorada ou da pessoa apaixonada.

A nossa escola também participa sempre. Neste ano, o desenho vencedor foi o da aluna Ana Rita Gaspar, do 6.ºD. 





As Maias na EB 1 de Taveiro:



As Maias em Taveiro:







José Fanha na EB 2,3 de Taveiro


A emoção tomou conta de todos os que estiveram presentes no encontro com José Fanha, no dia 24 de maio. Foram momentos inesquecíveis para o 4.ºTAV, 6.ºD e 6.ºE.




quinta-feira, 21 de abril de 2016

E a AtrapalhArte Voltou à Escola!

No dia 15 de abril, no ginásio da EB2,3 de Taveiro, a Companhia Profissional de Teatro AtrapalhArte apresentou o seu espetáculo "Estendal de Contos", que resulta da junção de dois contos, a "Princesa e a Ervilha" de Hans Christian Andersen (Metas Curriculares de Português do 4º ano) e "Os Músicos de Bremen" escrito pelos Irmãos Grimm (Metas Curriculares de Português do 6º ano).
Numa organização da Biblioteca Escolar, em parceria com a área disciplinar de Português e com os docentes do 1.º ciclo, estiveram presentes todos os alunos das EB1 de Ameal, Arzila, Casais do Campo e Taveiro e, também, assistiram à peça os alunos do 6.º D e E. Foi um espetáculo divertido, interativo e inesquecível, com 160 alunos que adoraram a peça!










terça-feira, 19 de abril de 2016

Resultados do Concurso de Caligrafia - Fase Final

 Muitos parabéns aos vencedores!



BIBLIOTECA ESCOLAR DA EB2,3 de TAVEIRO
RESULTADOS FINAIS DO CONCURSO DE Caligrafia
4.º ano
NOMES
Turma
1.º- Bruna Pancas

2.º- Matilde Folhas

3.º- Leonor Silva
4Tav

4Tav

4Tav

5.º ano
NOMES
Turma
1.º -Camila Cipriano Santos

2.º -Ana Correia

3.º - Guilherme Pimentel
3.º - Ana Sofia Ferreira Santos
5.º D

5.º D

5.º D
5.º D

6.º ano
NOMES
Turma
1.º - José Pedro Dinis Costa

2.º - Ana Lúcia Pinto

3.º -Ana Carolina de Jesus Melo

6.º D

6.ºD

6.º E




segunda-feira, 14 de março de 2016

O Teatro Veio à Escola

No dia 23 de fevereiro, a Companhia de Teatro AtrapalhArte veio até à EB 2,3 de Taveiro para apresentar Os Bichos (uma adaptação da obra homónima de Miguel Torga). Foi num misto de alegria e de encanto que os alunos receberam os atores.
Os testemunhos fotográficos ficam aqui, pois a sedução do espetáculo não é possível reproduzi-la:










segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Autor do Mês - Ana Maria Magalhães



No dia 15 de março, os alunos do 5.ºD terão o privilégio de conhecerem pessoalmente Ana Maria Magalhães e de participarem na atividade "Encontros +", na Biblioteca Municipal de Coimbra, na Casa da Cultura.

Sabias que Ana Maria Magalhães é o nome literário de Ana Maria Bastos de Oliveira Martins?!


Ficcionista e professora portuguesa, nasceu em 1946, em Lisboa. Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa, frequentou o curso de Psicologia Aplicada no ISPA e é professora de Português e História no ensino básico desde 1969. Desempenhou ainda o cargo de Formadora de professores de História, professora destacada no Instituto de Inovação Educacional, para realizar um estudo sobre os hábitos de leitura das crianças e jovens portugueses, e diretora do Jornal do Gil aquando da Expo'98.
É coautora de várias coleções e livros didáticos, dos quais se destacam a coleção Uma Aventura, em parceria com Isabel Alçada, que conheceu em 1976. Quando iniciaram a coleção Uma Aventura, tinham como objetivo proporcionar aos alunos livros para ler com prazer e hoje constitui um êxito sem precedentes entre os jovens portugueses e dispõe já de cerca de três dezenas e meia de livros.

in Língua Portuguesa com Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2016. [consult. 2016-02-29 10:57:18]. Disponível na Internet:  http://www.infopedia.pt/$ana-maria-magalhaes

 Obras: 



Se quiseres saber ainda mais, clica em http://www.uma-aventura.pt/index.php?s=autores&id=1 e, aí, encontrarás resposta a algumas das perguntas que lhe gostarias de fazer.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Exposições na BE - janeiro e fevereiro

A 27 de janeiro, foi tempo de chamar a atenção para as "Memórias das Vítimas do Holocausto":







Anne Frank, a autora e protagonista da obra O Diário de Anne Frank (pertencente à lista das Metas Curriculares de Português - 8.º ano), ficou conhecida como um dos símbolos do holocausto:





Um outro livro que retrata esta realidade é O Rapaz de Pijama às Riscas, de John Boyne. Faz parte do Plano Nacional de Leitura e é recomendado para o 3.º ciclo, destinado a leitura autónoma. Também esteve na exposição: